O amor é esse instante
em que sorrimos e suspiramos entre
silêncios afetuosos
Os olhares antes de dormir
As covinhas e vincos
Os suspiros sustenidos
Entre silêncios afetuosos
e meio sorrisos
A espera pela noite entrecortada
por corpos que se reencontram até
o amanhecer
Padecer sob a razão que
agora impera
Sabendo que o amor é
uma eterna espera
Realidades paralelas
são como falhas temporais; realidades uruspadas de seu destino;
um desatino esse desperdício de dois corpos não estarem
temtando ocupar
o mesmo espaço
nesse exato momento.
Ela já foi calmaria
Colo em meio ao caos
Hoje é tempestade, chuva rápida de
verão
Traz vento, zunido e furacão
Mas tem um arco-íris pra entregar
quando a nova calmaria chegar
Ligo os fones
para silenciar o caos interno
e reorganizar os pensamentos.
A música me salva
e me leva
pra onde preciso estar.
Olhos de quem vê
Para além do que está
à sua frente
Olhos de quem sente
E espera pelo sentir
sem medo de ser feliz
Como um mau hábito retorno ao lugar em que já estive antes na ânsia de refazer caminhos, reescrever um final diferente Mas isso é imposível...