Na solidão eu me recolho
No silêncio eu me recomponho
Vou lamber minhas feridas
Acariciar minhas cicatrizes
E dançar nos meus escombros
Porque a vida não para e nem sinaliza
quando será a próxima partida
Como um mau hábito retorno ao lugar em que já estive antes na ânsia de refazer caminhos, reescrever um final diferente Mas isso é imposível...
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